Nº inventário AB167 Descrição Livro "Missal dos domingos e festas", organizado por D. Crisóstomo d' Aguiar, editado pela União Gráfica, Lisboa. Assinado por Margarida C. Ribeiro e datado, 1942. Entre as páginas 200-201 encontram-se duas pétalas. Dentro encontram-se 32 cartões:
- "O Servo de Deus Monsenhor Josemaria Escrivá de Balaguer y Albás, Fundador da Opus Dei, Oração para a devoção privada";
- pagela com imagem de Jesus e cordeiro, com legenda: "? per Crucem tuam redimisti mundum"
- imagem Nossa Senhora e o Menino, com legenda: "Mater Divinae Gratiae"
- "La santa cena"
- "Doce Coração de Maria? Oração"
- imagem de Nossa Senhora
- "Conselhos do Padre Cruz?"
- imagem de Cristo
- imagem de Santa Mãe e o Menino, "Mãe é palavra?"
- imagem de Nossa Senhora e os Anjinhos
- imagem de Nossa Senhora e os Anjinhos
- "O Padre Cruz e o terço de Nossa Senhora"
- imagem de Nossa Senhora e o Menino; no verso "Congresso Eucarístico Diocesano
- imagem de Natal, Anjinhos na rua
- imagem do Sagrado Coração de Jesus no meio de uma coroa de espinhos
- imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, Padroeira de Portugal
- Sagrado Coração de Jesus
- imagem de Jesus Cristo dando a comunhão a duas crianças
- Padre Cruz; Máxima e Oração
- À memória do Dr. António Fernando Andrade Alves de Sá, 16 de Novembro de1964
- imagem do Menino Jesus
- cartão com poema e fita verde
- Padre Pio de Pietrelcina, Capuchinho. Oração
- imagem de Jesus Cristo com cordeiros.
- imagem de Jesus Cristo
- imagem de S. Francesco d' Assisi
- Oração de S. Francisco
- imagem de Imaculado Coração de Maria
- imagem de Imaculado Coração de Maria "Senhora, nós vos coroamos"
- Falecimento de Olímpia Maria da Silva
- Bênção de Santo António 1942 Margarida Rosa Cassola Ribeiro nasce em Portalegre a 15 de Novembro de 1911. A família proporciona-lhe uma educação exigente e rigorosa, alicerçando o gosto pela escrita, o saber e a procura constante do conhecimento, que tão bem a caracterizarão ao longo da vida.As primeiras letras aprende-as na Escola da Corredoura, em Portalegre, e aos 12 anos parte para Lisboa, onde completa a sua formação, primeiro como interna no Instituto do Professorado, depois no Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho e, mais tarde, na Escola do Magistério Primário. Ao longo de três décadas foi professora primária, papel que desempenhou de forma dinâmica, inovadora e criativa com os seus alunos. É como professora do ensino primário que, entre 1941 e 1959, vive em Coruche, período dedicado também à pesquisa rigorosa e obstinada da história e etnografia do concelho, publicada no Estudo Histórico de Coruche (1959), a obra da sua autoria de maior envergadura.As temáticas da educação, o feminismo e a formação da mulher são assuntos recorrentes em artigos de opinião, estudos e textos poéticos que, desde muito cedo, publica.No início da década de 60 ingressa, como Técnica de Etnografia, no Serviço Nacional de Informação e Turismo, sendo mais tarde Chefe de Secção de Etnografia da Secretaria de Estado da Informação, Cultura Popular e Turismo. Quando se aposentou era Técnica Superior de 1.ª Classe da Secção de Etnografia da Direcção Geral do Património Cultural da Secretaria de Estado da Cultura.O interesse pela pesquisa histórica e etnográfica é evidenciado no percurso desta investigadora, que se relacionou com grandes figuras como Manuel Heleno, Ruy de Azevedo e Fernando de Almeida.Colaborou com o Instituto Português de Arqueologia, História e Etnografia, a Sociedade de Geografia de Lisboa, a Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnografia, a Sociedade Martins Sarmento; ajudou a fundar a Associação Portuguesa dos Amigos dos Moinhos; foi correspondente da Associação Brasileira de Folclore de São Paulo; membro de La Société d'Ethnographie Française; directora do Boletim do Grupo dos Amigos de Montemor-o-Novo e representou Portugal em diversas missões oficiais ao estrangeiro.Alguns dos seus trabalhos vieram a público em reputadas publicações científicas como a Revista Lusitana, a Revista de Portugal, a Revista de Etnografia, O Arqueólogo Português, Ethnos, Ocidente, o Boletim Cultural da Assembleia Distrital de Lisboa e o Boletim da Sociedade de Geografia de Lisboa.Margarida Ribeiro pautou a sua vida por uma busca incessante, como a própria declara: «Eu tinha tão pouco tempo, tão pouco tempo... e queria fazer tanto!... Eu queria abarcar o mundo. Era de uma ambição fantástica!»
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